Montando personagens – habilidades
Uma das coisas que incomoda qualquer mestre é quando o personagem vem com algumas habilidades estratosféricas enquanto outras beiravam o risível. Estas são as primeiras situações onde vc consegue encontrar um jogador munchkin.
Nada mais chato que isso, mesmo quando a gente só vai jogar por diversão, sem se concentrar muito na coisa toda, ter um personagem com estas características é tão ruim quanto descobrir que seu companheiro de mesa é um desses jogadores amantes de combos e furo de regras.
Uma solução para meus jogos de GURPS surgiu na palestra sobre jogos esquisitos do 2º Grito, onde o Itiro comentava sobre um dos sistemas onde as habilidades eram definidas de uma maneira que pode muito bem quebrar estacoisa de se ter “habilidades com armas e coisas perogosas NH18” e outras habilidades com NH 10…
Então pensei em aplicar esta regra de habilidades no GURPS. E isso pode valer para outros sistemas, com ligeiras adaptações.
No caso do GURPS, se o jogador montar um personagem com 5 habilidades nivel 11, ele poderá ter no máximo 4 habilidades em nível 12, 3 habilidades em nível 13, 2 em nível 14 e apenas 1 em nível 15.
Isso pode refrear o desejo dos jogadores em bombar apenas algumas perícias e deste modo o personagem fica com uma base crativa mais elaborada, com a relação de perícias equivalentes à sua experiência.
Não vejo a hora de testar isso. Mas para tanto tenho que esperar a chegada do 4ª edição do GURPS que não chega nunca…









4 Comentários
Em verdade te digo: QUALQUER lançamento de um RPG em língua portuguesa, QUALQUER UM, deve ser comemorado! Pois temos lá fora um zilhão de jogos, e o público brasileiro não pode ficar refém de lingua estrangeira (já que não é pré-requisito para ser jogador ou mestre) ou do 4Shared. Temos que ter bons jogos na nossa lingua, e apesar de tudo que falam do GURPS, ele É um bom jogo! Jogos ruins não duram tanto…
gostei do post
Rodrigo, tudo bem? Eu não digo para não termos jogos em português, nem que não devemos comemorar a chegada de uma nova edição do GURPS. Questiono se este seria o melhor movimento.
Eu mesmo sempre estive presente em diversas publicações, e sempre lutei para o jogo em português.
Mas hoje a realidade traz muitos e melhores jogos, material mais interessante e novo. Basta ver como anda o mercado acompanhando o Ennie, a maior premiação do meio.
Não seria mais interessante trazer NOVOS jogos e sistemas para o mercado brasileiro?
O ideal seria sim, trazer novos jogos. Mas GURPS é um sistema muito jogado no Brasil e que estava sem sua devida atualização.
Ou seja: Tem que trazer novos jogos (como a Jambô fez com Mutantes e Malfeitores e Reinos de Ferro), mas também não podemos desprezar as novas edições dos antigos (como faz a devir)
Cada um dá o que tem.